domingo, 29 de abril de 2012

Temas de Blumenau em destaque na Assembleia Legislativa





Diversos temas de Blumenau têm sido destaque na agenda da Assembleia Legislativa, em função das ações do mandato da deputada Ana Paula (PT). Recentemente, em reunião da Comissão de Finanças e Tributação com secretários de estado para a apresentação do projeto "Caminhos do Desenvolvimento", a deputada levantou preocupações da população de Blumenau em relação à comunicação. Com o secretário Milton Martini, da Secretaria Estadual da Administração, a paralentar solicitou detalhamentos do projeto e a viabilidade de investimentos para a instalação de redes de fibra ótica.


A deputada também participou de reunião com o superintendente do DNIT, João José dos Santos, nesta semana, junto com outras lideranças políticas e empresariais da cidade. Na reunião, foram discutidos encaminhamentos para a duplicação da BR-470, obras no Trevo da Mafisa e o túnel na rua 1º de Janeiro.


Por iniciativa de Ana Paula, será realizada audiência pública em Blumenau para tratar da qualidade do serviço de telefonia na cidade e região. Requerimento de autoria da deputada, solicitando a audiência, foi aprovado na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público. O debate será realizado em 21 de maio e deve contar com representantes das operadoras de telefonia e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).



E na noite da última quarta-feira, as empresas têxteis foram homenageadas em Sessão Solene da Assembleia Legislativa, realizada na Câmara Municipal de Blumenau. A solenidade foi proposta pela deputada, em reconhecimento a décadas de história de seis empresas que contribuíram para o empreendedorismo e o desenvolvimento de Santa Catarina, apresentando ao mercado nacional e internacional produtos que são referência de qualidade. Em seu discurso, Ana Paula enalteceu o pioneirismo dos empresários e também a dedicação de trabalhadoras e trabalhadoras, que também fazem parte dessa história de sucesso.

Informações e fotos: Assessoria do Mandato e da Assembleia Legislativa de SC

Renda das famílias cresce 15,5% de 2000 a 2010




Censo mostra aumento real em todas as regiões
A renda mensal média das famílias ficou 15,5% maior de 2000 para 2010, em termo reais (descontada a inflação), de acordo com os Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010, divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O rendimento mensal domiciliar passou de R$ 2.297 para R$ 2.653 (veja gráfico). 
O aumento foi registrado em todas as regiões. Mesmo mantendo o menor rendimento mensal domiciliar em ambos os anos, o Nordeste teve o maior ganho real (25,5%, de R$ 1.361 para R$ 1.708). O menor foi o da Sudeste (11,0%, de R$ 2.812 para R$ 3.122) e, nas demais, variou de 21,5% a 25,5%. 
O rendimento médio real por trabalhador em 2010 foi de R$ 1.345 - 5,5% maior do que os R$ 1.275 medidos em 2000. A evolução foi maior para as mulheres, que apresentaram alta de 13,5%, em comparação com os 4,1% para os homens. A mulher passou a ganhar 73,8% do rendimento médio de trabalho do homem. Em 2000, esse percentual era 67,7%. 
A região Sul manteve a menor diferença percentual do rendimento médio de trabalho das mulheres em relação ao dos homens, passando de 63,2% para 69%. No outro extremo ficou a Norte, onde o rendimento médio de trabalho da mulher passou de 74,6% para 82,3% do recebido pelo homem. 
Enquanto o rendimento médio real de trabalho no período passou de R$ 1.450 para R$ 1.510 para os homens, o das mulheres foi de R$ 982 para R$ 1.115.
Em 2010, os rendimentos médios mensais de trabalho mais elevados foram os das regiões Centro-Oeste (R$ 1.579) e Sudeste (R$ 1.512) e o mais baixo, do Nordeste (R$ 946).
Emprego - No País, de 2000 para 2010, o percentual de empregados na população ocupada cresceu de 66,6% para 70,8%. A participação dos trabalhadores por conta própria caiu de 23,5% para 21,5% da população ocupada.
Os trabalhadores com carteira assinada aumentaram a participação no contingente nacional de empregados de 54,8% para 63,9%. A fatia dos militares e funcionários públicos estatutários passou de 8,5% para 7,6%. O percentual de pessoas que trabalhavam habitualmente de 40 a 44 horas semanais no trabalho principal subiu de 34%, em 2000, para 46%, em 2010.
Nível de ocupação cresce para 53,3%
De 2000 para 2010, o nível da ocupação no País subiu de 47,9% para 53,3% da população maior de dez anos. O maior nível da ocupação permaneceu o da região Sul, que cresceu de 53,5% para 60,1%. 

O nível da Nordeste permaneceu o mais baixo, mesmo aumentando de 43,6% para 47,2%. A ocupação da região Norte passou de 45,3% para 49,4%, continuando mais próximo do resultado do Nordeste do que daqueles das regiões Sudeste (54,8%) e Centro-Oeste (57,9%) em 2010.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Governo Investirá R$ 373 Milhões para Incentivar a Leitura



O Ministério da Cultura (MinC) anunciou, hoje (23), investimentos de R$ 373 milhões para o Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) para esse ano. Os recursos deverão ser empregados na construção e revitalização de bibliotecas; contratação de agentes de leitura e na realização de feiras e festivais de literatura. As ações serão coordenadas pela Fundação Biblioteca Nacional.
Durante o lançamento, a ministra Ana de Hollanda enfatizou que o governo quer incentivar que o brasileiro desenvolva o gosto pela leitura e, com isso, as pessoas tenham uma visão mais crítica e uma ampliação do conhecimento. “Um brasileiro que lê, cresce mais, e o Brasil cresce junto”, disse a ministra.
“A leitura não é um ato reflexo, aprendido naturalmente. É resultado de uma sofisticada operação, aprendida ao longo de anos, e que, por isso mesmo, precisa ser cultivada cuidadosamente, para além dos muros da escola”, disse a ministra. “Para tal, precisamos de uma boa e vasta literatura, de uma competente e ampla rede editorial e de divulgação. Necessitamos de um exército de mediadores de leitura, que dentro das bibliotecas e nos mais variados espaços, ajudem sobretudo crianças e jovens a descobrirem a necessidade humana do prazer da leitura”.
O objetivo do plano é aumentar o número de leitores no Brasil. Segundo a última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro no dia 28 de março, 75% dos brasileiros nunca frequentaram uma biblioteca. A média de livros lidos no Brasil é de quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser considerada leitora.
Do total de recursos, R$ 254 milhões serão destinados para bibliotecas em ações como implantação de bibliotecas com telecentros nas praças dos Esportes e da Cultura; em bibliotecas do Espaço Mais Cultura e na construção e reforma de bibliotecas-parque e bibliotecas de referência e, ainda, de acordo com o governo, no apoio às bibliotecas comunitárias e pontos de Leitura, além da implantação, revitalização e modernização de bibliotecas municipais.
O Ministério da Cultura vai investir R$ 56 milhões para a formação de mediadores de leitura. A intenção do governo é dobrar o número de agentes de leitura para atuar com as famílias de baixa renda.
Cerca de R$ 8 milhões vão para a ampliação dos acervos e formação de bibliotecários e funcionários de 2.700 bibliotecas municipais e comunitárias de 1.500 municípios em todos os estados.
Outra medida anunciada foi a ampliação do calendário nacional de feiras de livro e festivais literários para 200 eventos em 2012, a maior parte deles com apoio financeiro do MinC e apoio direto a 175 caravanas de escritores pelo país.
O governo também anunciou a publicação de editais específicos para contemplar as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que possuem índices de leitura menores. Outra inovação é a contemplação, em um desses editais, do chamado Custo Amazônico, que prevê a transferência de 30% a mais de recursos para os estados da Amazônia Legal (região compreendida pela totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Rondônia e Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, do Maranhão e Tocantins).

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Concessão de Crédito da Caixa Aumenta 17% em uma Semana após Redução de Juros

A concessão de crédito para pessoa física somou R$ 518 milhões na semana passada, o que representa aumento de 17% em relação à semana imediatamente anterior. Os R$ 323 milhões emprestados a empresas equivalem a crescimento de 9% na mesma base de comparação, de acordo com balanço divulgado nesta terça-feira (17) pela Caixa Econômica Federal para mostrar os efeitos da redução de juros e ampliação de créditos - anunciadas segunda-feira (9) da semana passada.

O Crédito Direto Caixa, que apresentava uma média de R$ 10 milhões/dia em contratações dobrou com a redução da taxa anual em 28%, segundo números da CEF. No caso de pessoas jurídicas, a redução da taxa anual em até 65% fez com que a média de R$ 5,3 milhões nas contratações diárias, no começo do mês, saltasse para R$ 39,2 milhões, com aumento da procura principalmente por micro e pequenas empresas, que tomaram R$ 196 milhões para capital de giro.

Os maiores volumes de recursos, no entanto, foram contratados na linha de crédito consignado, que é a modalidade de menores custos, por causa da garantia do desconto atrelado ao salário - que teve as taxas anuais reduzidas em 31%. Com isso, a média de contratações, que era de R$ 77 milhões/dia, aumentou para R$ 135 milhões/dia, e o volume de negócios entre os dias 9 e 13 de abril atingiu R$ 676 milhões em todas as agências da Caixa.

Importante registrar também, de acordo com o banco público, que a base de clientes pessoas físicas aumentou 11% na semana passada, em relação à semana anterior.

A procura por informações, no endereço eletrônico da CEF e na central telefônica, sobre as novas taxas aumentou 32% desde o lançamento do programa Caixa Melhor Crédito.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Décio Lima apoia piso salarial dos jornalistas




O deputado federal Décio Lima (PT/SC), coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, foi indicado pelo Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina para coordenar, no Estado, a campanha em defesa do projeto de lei que fixa o piso nacional salarial dos jornalistas. A indicação do deputado para integrar a Frente Parlamentar em Defesa do Piso Nacional dos Jornalistas e coordenar a campanha em Santa Catarina foi apresentada pelo presidente do SJSC, Valmor Fritsche, na reunião do Conselho de Representantes da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

A Frente Parlamentar em defesa do Piso Nacional dos Jornalistas será lançada em Brasília na próxima quarta-feira, 11, durante um café da manhã na Câmara dos Deputados, quando serão apresentados, aos parlamentares, os materiais da campanha pela aprovação do PL 2960/11.
Diploma - O deputado Décio Lima também apóia projetos em tramitação no Congresso Nacional que exigem o diploma para o exercício da atividade de jornalista. A exigência está prevista na PEC 386/09, em tramitação na Câmara dos Deputados, e a PEC 33/09, do Senado Federal.
Em apoio ao movimento, Décio Lima participou do lançamento, em outubro do ano passado, da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Exigência do Diploma de Comunicação Social – Jornalismo. Oportunidade em que conversou com o então recém eleito presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, Valmor Fritsche.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Governo Federal irá Aplicar 8% do PIB em Educação

Em reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na terça-feira (10), os parlamentares da Comissão do Plano Nacional de Educação (PNE) ouviram que o governo federal está disposto a investir 8% do Produto Interno Bruto (PIB) no setor.

De acordo com o presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputado Newton Lima (PT-SP), uma nova lei poderá rever o valor definido no PNE, após cinco anos de vigência. “O importante é compatibilizar responsabilidade educacional com responsabilidade fiscal. Devemos avançar para combater nosso passivo educacional, mas sem colocar em risco a estabilidade econômica. O ministro foi claro ao dizer que, caso haja uma nova conjuntura econômica no futuro, os 8% poderão ser revistos para mais”, afirmou.

A meta inicial prevista na proposta do governo era de 7% de investimento direto na área. Os 8% de investimento total sugeridos pelo relator do PNE, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), incluem recursos de bolsas de estudo e financiamento estudantil, além da contribuição previdenciária dos professores da ativa. Esse percentual corresponde a cerca de 7,5% de investimento público direto.

Hoje, União, estados e municípios aplicam, juntos, em torno de 5% do PIB em educação. Entidades ligadas ao setor pedem o investimento de pelo menos 10%, mas o governo alega falta de recursos disponíveis. Na próxima semana, o deputado Vanhoni apresenta o relatório final na Comissão Especial do PNE e os parlamentares irão definir uma data para apreciação da proposta.

Fonte: Assessoria Parlamentar


terça-feira, 10 de abril de 2012

Caixa Econômica reduz juros em até 88%




Plano ajuda famílias a reduzir dívidas
A Caixa Econômica Federal lançou nessa segunda-feira (9) o programa Caixa Melhor Crédito, com uma redução de até 88% nas taxas de juros e melhores condições de financiamento para micro e pequenas empresas (veja tabela). De acordo com o presidente da Caixa, Jorge Hereda, a nova política do banco público beneficia todos os clientes, independente de sua condição atual de relacionamento. 
Para famílias que precisam de crédito de longo prazo ou que querem reorganizar e reduzir o endividamento, o banco lança o plano Crédito Azul, que permite quitar dívidas mais caras e alongá-las com juros mais baratos. Para isso, há alternativas como garantia de bens imóveis, veículos, crédito consignado e aval. 
O impacto desta redução nas taxas será sentido imediatamente pelos clientes que, por exemplo, usem o limite de R$ 2 mil no cheque especial. Eles terão uma economia anual em sua despesa média de juros de R$ 1 mil. 
Servidores - Os servidores públicos também terão um pacote de benefícios. O novo pacote lançado pela Caixa oferece vantagens em tarifas, crédito, cartões, investimentos e produtos da seguradora.
Entre os benefícios agregados estão a isenção de tarifas por um ano e condições diferenciadas em linhas de crédito como, por exemplo, 3,5% ao mês (a.m.) no cheque especial, isenção da 1ª anuidade nos cartões de crédito e taxa de 2,85% a.m. no Cartão Azul Caixa, melhores taxas de remuneração para investimentos e descontos em produtos de seguro, previdência e consórcio.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Agricultor familiar fornece merenda para 60% das cidades




Cerca de 48 milhões de alunos têm mais frutas e verduras frescas

Cerca de 60% dos 5,5 mil municípios brasileiros compram alimentos da agricultura familiar para a alimentação escolar de 48 milhões de crianças e adolescentes. Aproximadamente 104 mil pequenos produtores em todo o País fornecem às escolas desde 2009, quando foi aprovada a Lei da Alimentação Escolar - que determina que, no mínimo, 30% da merenda nas escolas públicas devem ser comprados de famílias agricultoras. 
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) – (http://www.fnde.gov.br/index.php/programas-alimentacao-escolar) busca, ao mesmo tempo, alimentar os alunos de forma saudável e estimular a economia rural. A iniciativa abriu um mercado de R$ 1 bilhão por ano em compras. “Antes, a alimentação escolar era feita com produtos processados e com pouca diversidade, fracos em vitaminas e sais minerais, que são encontrados em abundância em frutas e verduras, oferecidas com a inclusão da agricultura familiar”, explica o coordenador das políticas de comercialização de produtos da agricultura familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pedro Bavaresco. 
Cardápio - As equipes nas escolas percebem a diferença. A nutricionista Juliana Neri, por exemplo, responsável por cardápios das escolas públicas de Sobradinho (DF), avalia que agora tem produtos mais saudáveis. “Mesmo que recebamos os mesmos gêneros alimentícios de antes, eles têm outra apresentação. É um produto mais fresco e de maior qualidade”, diz. E a inclusão de pequenos produtores aumentou a diversidade de ingredientes. “Isso é muito bom, pois se o lanche for repetitivo, as crianças enjoam”, afirma Juliana. 
Cláudio Dias de Oliveira, da rede de ensino de Fagundes Varela (RJ), aproveita para levar a educação nutricional às escolas onde faz o cardápio dos alunos. “Temos que mudar hábitos na hora de comer, mas têm que ser aos poucos”, explica o nutricionista. O objetivo é lutar contra as doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, colesterol e hipertensão.“Um infarto, um AVC (acidente vascular cerebral) não começa aos 40 anos, eles começam na infância”, diz.
Ele lembra que muitas vezes os agricultores que fornecem os ingredientes para a merenda escolar são pais de alunos. “Eles estão colaborando para que os filhos comam alimentos mais saudáveis e ao mesmo tempo têm uma fonte de renda para a família”, diz. Por essas razões, Cláudio está tentando aumentar a cada dia o percentual de alimentos comprados da agricultura familiar no município, que está em 35%. 
Produtores melhoram planejamento 
Para participar do Pnae, os agricultores tiveram que melhorar a organização da produção. “A entrega de produtos precisa ser regular e seguir o calendário das escolas e nutricionistas. Como trabalhamos principalmente com produtos perecíveis, as datas de plantio e colheita devem ser bem planejadas”, explica o presidente da Cooperativa Agroecológica da Agricultura Familiar (Cooperfam), Airton Aloísio Kern, que atende as prefeituras de Maranguape, Fortaleza e o governo do estado do Ceará. Umas das metas é que, em pouco tempo, toda produção seja orgânica. Atualmente, 220 cooperados entregam às escolas municipais e estaduais 23 variedades de produtos, entre hortifrutigranjeiros, mel de abelha e polpas de frutas.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Dilma tem Aprovação Recorde 77% dos Brasileiros a Apoiam

O percentual de aprovação é o mais alto desde que ela assumiu o cargo e superior aos alcançados pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva em igual período de seus governos. Em seu segundo ano do primeiro mandato, Lula tinha 54% de aprovação pessoal e FHC, 60%.

A aprovação é maior na região Nordeste (82%), cujo percentual cresceu 6 pontos percentuais. Também chama atenção o crescimento no percentual de aprovação na Região Sudeste. Um aumento de 69% para 75%. A aprovação é maior entre os residentes de cidades do interior (79%) e de cidades pequenas (83%).

O percentual de brasileiros que confiam na presidente Dilma subiu de 68% para 72%. Na comparação com o percentual mais elevado conseguido pela presidente, 74% em março de2011, a aprovação em março deste ano pode ser considerada igual, ao se considerar que a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

O aumento no percentual de eleitores que confiam na presidente Dilma foi

proporcionalmente maior na regiões Sul (de 65% para 72%) e Nordeste (de 73% para 79%). A confiança na presidente Dilma é menor à medida que se aumenta o grau de instrução do entrevistado.

Avaliação do governo Dilma

Não houve mudança significativa na avaliação do governo Dilma pela população brasileira entre dezembro de 2011 e março de 2012. O percentual da população que considera o governo Dilma “ótimo” ou “bom” manteve-se em 56%. O percentual de “ruim” ou “péssimo” caiu de 9% para 8%, dentro da margem de erro da pesquisa.

Em termos regionais, verifica-se uma queda no percentual de “ótimo” ou “bom” na Região Sul e no conjunto das regiões Norte e Centro-oeste. A Região Nordeste reúne o maior percentual de “ótimo” ou “bom”: 62%

A avaliação do governo da Presidente Dilma é melhor entre os residentes no interior (60% da população desses municípios consideram o governo “ótimo” ou “bom”). Nas capitais esse percentual cai para 47%.

Principais resultados:

• O percentual da população que considera o governo Dilma “ótimo” ou “bom” mantevese em 56% entre dezembro de 2011 e março de 2012.

• Cresce a popularidade da presidente Dilma. O percentual de brasileiros que apóiam sua maneira de governar passou de 72% para 77%

• O percentual de brasileiros que confiam na presidente Dilma subiu de 68% para 72%.

• As avaliações por área de atuação foram, de maneira geral, melhores que em dezembro

de 2011. Sete das nove áreas avaliadas registraram melhora no saldo (diferença entre o

percentual de “aprova” e o de “desaprova”)

• As políticas e ações referentes ao meio ambiente apresentou o maior crescimento no

percentual de aprovação: de 48% para 53%

• Apenas Combate à fome e à pobreza, Meio ambiente e Combate ao desemprego

apresentam percentual de aprovação maior que de desaprovação.

• As áreas com pior avaliação são Impostos, Saúde e Segurança pública, com percentual

de desaprovação de 65%, 63% e 61%, respectivamente.

• As notícias mais lembradas foram sobre os programas sociais e ações voltadas para as

mulheres (com 9% de citação) e as viagens da presidente Dilma (7%).

• Mais da metade da população (60%) considera que o governo Dilma está sendo igual ao do ex-presidente Lula.

Fonte: PT no Senado.