sexta-feira, 30 de março de 2012
Governo federal implanta sistema para garantir o acesso da sociedade a informações públicas
quarta-feira, 28 de março de 2012
Em 2011, País registra 73,6 milhões de vínculos formais de trabalho
segunda-feira, 26 de março de 2012
ONU Diz que Minha Casa Minha Vida é Exemplo para o Mundo

A capacidade de articular os Governos Federal, estaduais e municipais para ampliar a oferta de habitação no País é uma das principais características do Programa Minha Casa, Minha Vida, segundo avaliação da equipe de especialistas da agência da Organização das Nações Unidas para Habitação (ONU-Habitat).
O grupo está no Brasil para documentar práticas relacionadas ao programa, lançado em 2009 pelo Governo Federal, com o propósito de construir e financiar 1 milhão de moradias para famílias de baixa renda. As conclusões farão parte de uma publicação que a ONU-Habitat lançará em 2016, com experiências bem-sucedidas em diversos países e metas até 2025. Além da iniciativa brasileira, os especialistas estão avaliando programas habitacionais de outros países, como a Etiópia e o Chile.
Os bons resultados do programa brasileiro já despertaram a atenção de outros países, que estiveram no Brasil para acompanhar de perto a execução de alguns projetos e verificar a viabilidade de sua implantação. Foi assim com a Venezuela e o Japão, que enviaram delegações ainda durante o governo Lula para obter informações sobre o Minha Casa, Minha Vida. Um exemplo foi a visita da comitiva oficial do governo venezuelano, composta pelos ministros de Estado da Corporacion da Banca Publica, Humberto Ortega, e de Obras Publicas e Vivendas, Diosdano Cabello.
A Venezuela tem especial interesse em conhecer o Programa Minha Casa, Minha Vida, operacionalizado pela Caixa, que é identificado pelo governo venezuelano como uma referência fundamental para a construção de programa capaz de enfrentar o déficit habitacional daquele país. O mesmo interesse pelo Programa Minha Casa, Minha Vida foi registrado pela presidente da Caixa no Japão.
De acordo com o representante da ONU-Habitat, Erik Vittrup, o Minha Casa, Minha Vida tem uma visão “adequada” de como atacar o problema do deficit habitacional. “O programa entende que essa questão não se resume à construção de casas, mas que a solução depende de um modelo de governança, envolvendo as três esferas de poder para a construção de cidades. Trata-se de um modelo de parceria e interação entre governo federal, estadual e local, o que em muitos países, mesmo grandes, sequer existe”, ressaltou.
Vittrup destacou ainda que a parceria estabelecida com empresas privadas para as construções é um mecanismo importante de dinamização do setor. As unidades habitacionais do programa são erguidas por construtoras privadas e financiadas para as famílias pela Caixa Econômica Federal.
Ele citou ainda a flexibilidade observada no programa, que dois anos após sua implementação ganhou uma segunda etapa, com alguns reajustes. Entre as novidades da segunda fase, lançada em junho do ano passado, estão a ampliação das faixas de renda familiar nas áreas urbana e rural e uma maior ênfase nas obras de saneamento básico nas áreas construídas.
“Essa flexibilidade não é usual em programas tão grandes e que envolvem tantos atores”, afirmou o representante da ONU-Habitat. Erik Vittrup acrescentou que um dos principais desafios para a definição de uma estratégia global para as próximas décadas é evitar o desenvolvimento de programas habitacionais que construam guetos de pobres que se contraponham aos condomínios de luxo.
“Isso já ficou provado que não é eficiente e seguro. As pessoas precisam morar em locais onde elas possam ter por perto trabalho, acesso aos serviços, como saúde, interação cultural e comercial. Essa aglomeração de setores e de economias gera prosperidade local”, explicou.
A segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais com investimentos de R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014.
sábado, 24 de março de 2012
Encontro em Blumenau
Média dos salários de admissão aumenta 33% desde 2003
quinta-feira, 22 de março de 2012
PT de Blumenau em luto.
Companheiras e companheiros!
"Alfredo Jose Gonçalves, homem de boas idéias, ex militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) preso pelo golpe militar de 1964, sobrevivente dos anos de chumbo, dedicou sua vida em defesa da classe trabalhadora. Nunca imaginou que teria uma morte tão covarde, o mundo fica mais triste sem o seu Alfredo. Para nós militantes do PT nos deixa um legado de dedicação e coragem. Agradeço a vida que me deu a oportunidade de conhecer esse grande homem." por Jefferson Forest - vice presidente municipal do PT
quarta-feira, 21 de março de 2012
Reunião no MEC discute implantação da Universidade Federal em Blumenau através da Furb
Brasília, 21/03/2012 – Representantes da Universidade Regional de Blumenau (FURB) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), além dos deputados Décio Lima (federal) e Ana Paula (estadual), reúnem-se nesta quinta-feira (22), às 9h30min, com o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Amaro Lins. Na pauta, o detalhamento do processo de parceira entre as duas instituições de ensino superior catarinenses.
terça-feira, 20 de março de 2012
UPS adquire a TNT Express
Valor do acordo é de 5,16 bilhões de euros
Empreendedores individuais formalizados ultrapassam 2,1 milhões
PPA prevê a ampliação da cobertura previdenciária para 77% da população ocupada até 2015
Aposentadoria Especial para Pessoas com Deficiência

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, na manhã desta terça-feira (20/03), o substitutivo do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 40, de 2010, assegurando às pessoas com deficiência o direito à aposentadoria especial. A matéria é de autoria do ex-deputado Leonardo Mattos.
Segundo o texto proposto por Lindbergh, o tempo de contribuição exigido desses trabalhadores sofrerá reduções proporcionais ao grau de deficiência. Nos casos de deficiência grave, a redução é de 10 anos, o que garante a aposentadoria integral a partir dos 25 anos de contribuição. As pessoas com deficiências moderadas terão uma redução de seis anos e as pessoas com deficiências leves poderão requerer aposentadoria dois anos antes do tempo exigido para o conjunto dos inscritos no regime de previdência.
“Hoje é um dia histórico na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, no que diz respeito às políticas de seguridade social”, afirmou Lindbergh, ao proferir seu voto sobre a matéria. Ele lembrou que, atualmente, apenas as especificidades de algumas atividades profissionais, submetidas principalmente a riscos e condições insalubres, vinham sendo reconhecidas como fatores determinantes para a concessão de aposentadorias especiais.
O reconhecimento das especificidades dos trabalhadores com deficiência, independentemente da atividade profissional que exerçam, é um passo significativo para garantir a esses profissionais o tratamento equânime, por meio da discriminação positiva, previsto na Constituição. O direito à aposentadoria especial para esses trabalhadores já estava assegurado na Carta desde 2005, por meio da Emenda Constitucional nº 47, porém a ausência de regulamentação vinha vedando o acesso a esse direito.
Dos 44 milhões de trabalhadores com vínculo formal registrados no Ministério do trabalho, apenas 316 mil têm algum tipo de deficiência. “Isso quer dizer que essas pessoas representam apenas 0,7% da força de trabalho formal, quando elas representam 6,7% do total da população brasileira”, destacou o senador. Ele acredita que a aprovação do PLC 40/2010 vai contribuir para estimular a inserção desse segmento no mercado de trabalho.
Lindbergh destacou que, como acontece a qualquer trabalhador, a capacidade laboral das pessoas com deficiência diminui, à medida que a idade avança. No caso desses profissionais, essa diminuição é mais acelerada, em função das limitações experimentadas. Nada mais justo, portanto, que o tempo de contribuição exigido desses trabalhadores tenha uma relação proporcional ao grau da deficiência.
Os senadores presentes à sessão da CAE fizeram questão de destacar, durante a discussão da matéria, os esforços de Lindbergh para construir um consenso em torno da matéria. Havia temores de que a aprovação da medida pudesse representar um grande impacto sobre a previdência. “O árduo trabalho compensou e, hoje, estamos fazendo, justiça a esses brasileiros”, destacou o senador José Pimentel (PT-CE), ministro da Previdência no primeiro governo Lula. “Esse é, acima de tudo, um projeto cidadão”, avaliou Delcídio Amaral (PT-MS), presidente da CAE.
Fonte: PT no Senado







