domingo, 5 de maio de 2013
Produção industrial cresce 0,7% em março, aponta IBGE
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Dia do Trabalhador
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Ana Paula pede exoneração do presidente do Badesc envolvido em denúncias de corrupção
Batizada de Operação Tapete Preto em referência a obras de asfaltamento, a ação do MPE evidencia um megaesquema de corrupção na gestão de João Paulo Kleinubing, cujos valores somam mais de R$ 100 milhões, o equivalente a 7% do orçamento da cidade em 2012. No ano passado, o MPE obteve autorização da Justiça para interceptar ligações telefônicas de 28 suspeitos e também teve acesso a documentos que estão sendo analisados. Pelas transcrições e indícios apurados, além de fraudes em licitações, pesam na denúncia a contratação de funcionários fantasmas, desvio de recursos e equipamentos do poder municipal e uso de cargo público para o favorecimento de particulares.
Para a deputada, o Governo do Estado foi alertado sobre o envolvimento do ex-prefeito de Blumenau em investigações do MPE na ocasião da sua nomeação para a presidência do Badesc. “Depois de muita insistência, aprovamos um Pedido de Informação direcionado ao governador, no qual questionamos se ele tinha conhecimento de que João Paulo Kleinubing havia sido indiciado e responde a processo judicial e quais informações foram enviadas ao Banco Central do Brasil. A resposta da Procuradoria Geral do Estado foi que de não tinha conhecimento dessas informações”, contestou.
Ana Paula acrescentou ser inconcebível que a presidência do Badesc esteja nas mãos de uma pessoa que está diretamente vinculada à denúncias de fraudes de licitação para uso de recursos do próprio banco. “A presença do denunciado por corrupção no seu governo coloca em suspeição todas as ações do banco, inclusive o Programa Badesc Juro Zero, que está prestes a ser votado neste plenário”, concluiu.
As matérias que compõem a série Máfia do Asfalto em Santa Catarina foram publicadas nesta terça-feira no site www.uol.com.br. Podem ser acessadas a partir do link http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/04/30/escutas-revelam-megaesquema-de-corrupcao-em-santa-catarina.htm . A reportagem traz também transcrições de trechos das conversas telefônicas gravadas. Em uma delas, o ex-prefeito Kleinubing determina ao secretário de Obras do município na época, Alexandre Brollo, a criação de um processo licitatório fictício com data retroativa.
Corrupção em Blumenau
domingo, 28 de abril de 2013
Deputado Décio Lima Fala do Plano Nacional de Consumo e Cidadania - Plandec
Durante anúncio, a Presidenta Dilma destacou a importância de melhorar as relações de consumo, que ela classificou como um passo importante no fortalecimento das próprias relações comerciais e na projeção da cidadania. Nas suas palavras, “produtores, comerciantes e consumidores, deverão estar conectados através de laços visíveis e invisíveis. Para que esses laços se fortaleçam e a coesão nas relações de consumo seja mantida, é preciso equilíbrio, transparência, honestidade e senso de justiça”.
Décio Lima quer agilizar pauta na CCJC
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Correios apresenta resultados positivos em 2012
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Necessidade da reforma política
Ana Paula destaca investimentos federais na BR-470
Liberação de recursos federais para situações de emergência ficará mais ágil
Portaria Interministerial publicada nessa quarta-feira (24) no Diário Oficial da União tornará mais ágil a liberação de recursos federais destinados ao enfrentamento e à prevenção de desastres naturais pelos estados, municípios e pelo Distrito Federal. Ao mesmo tempo, fixa regras e cria mecanismos para tornar mais efetivo o controle da aplicação dos recursos. São três as situações em que os recursos podem ser liberados, de acordo com as regras agora estabelecidas: estiagens prolongadas; cheias, enxurradas, inundações ou alagamentos; e deslizamento de encostas. Eles serão aplicados exclusivamente na execução de obras e na prestação de serviços de engenharia.As transferências podem ser realizadas pelo secretário de Estado (ou autoridade equivalente ou superior), em três parcelas: a primeira, de no máximo 30% dos recursos, mediante a comprovação da contratação da obra ou serviço; a segunda, de até 40%, após apresentação do relatório de execução da primeira etapa; e a terceira, do restante dos recursos, após apresentação do relatório de execução da segunda etapa, condicionado o seu desbloqueio à apresentação dos boletins de medição.No caso de irregularidades ou de descumprimento das condições, aplica-se a legislação vigente, que prevê, inclusive, a obrigação de devolução dos recursos ao Tesouro Nacional, atualizados e acrescidos de 1%.Além de toda a documentação exigida normalmente na prestação de contas, que funciona como um primeiro instrumento de controle da aplicação dos recursos, a portaria estabelece que a Controladoria-Geral da União poderá realizar visita de campo a qualquer tempo, para aferir a execução da obra ou serviço.A visita será feita, obrigatoriamente, antes da aprovação da prestação de contas final, e sempre que ocorrer uma destas três situações: ao detectar indícios de inconformidade ou de irregularidade; ao receber apontamentos de órgãos de controle; ou ao receber informação de ocorrência de irregularidade na execução.







