segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dilma critica ‘solução recessiva’ da União Europeia


A presidenta Dilma Rousseff adiantou nesta segunda-feira 31, durante evento de premiação As Empresas Mais Admiradas no Brasil, em São Paulo, o que deve falar durante a semana na reunião do G20, grupo das principais economias do mundo que se reúne em Cannes (sul da França), durante a semana.

Dilma faz visita a Lula no hospital em São Paulo.



Poucas horas depois de iniciar a primeira sessão de quimioterapia para combater o recém diagnosticado câncer na laringe, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava mais interessado na reunião do G-20 que começa amanhã em Cannes (França) e com as críticas da imprensa ao programa Minha Casa Minha Vida do que em falar de seu estado de saúde. O relato é da presidenta Dilma Rousseff, que visitou Lula no hospital Sírio-Libanês antes de participar de um evento em São Paulo. "Ele é um guerreiro, vai sair dessa e nos dar muitas alegrias", disse a presidente.

domingo, 30 de outubro de 2011

Encontro NEPE Blumenau.


NEPE Blumenau realizou um encontro de confraternização na sexta feira dia 28/10/2011, além de muitos companheiros e companheiras de Blumenau, destacamos a presença do Presidente do PT de Blumenau, Jefferson Forest, e o também Presidente do partido em Ituporanga, Volmir Estevão Rodrigues, presença sempre carinhosa e produtiva, da companheira Edna, representado os mandatos do Deputado federal Décio Lima, e da Deputada estadual Ana Paula Lima, da sempre inteligente companheira Rosana de Moura.

Programa sancionado pela presidenta Dilma vai criar mais de 200 escolas técnicas em todo o país.


O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), sancionado pela presidenta Dilma Rousseff na última semana, vai investir R$ 24 bilhões na criação de 8 milhões de vagas até 2014 em cursos de formação técnica e profissional para estudantes do ensino médio das escolas públicas, além de trabalhadores.

sábado, 29 de outubro de 2011

Lula é diagnosticado com câncer na laringe



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi diagnosticado com um tumor na laringe e passará por tratamento de quimioterapia. As informações foram divulgadas pelo Hospital Sírio-Libanês, nesse sábado (29).

Décio Lima recebe Ordem do Mérito Aeronáutico


26 de outubro de 2011

Décio Lima, deputado federal do PT de Santa Cataria foi condecorado hoje, na Base Aérea de Brasília, com a Medalha da Ordem do
Mérito Aeronáutico – Grau Grande Oficial.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Autoridade ou Autoritarismo faz toda diferença.


                        Vou começar descrevendo aos leitores a definição destas duas palavras muito importante na vida, pois o efeito começa desde a nossa infância com os nossos pais até a nossa idade adulta:

 Autoridade corresponde ao poder de comandar os outros e levá-los a agir da forma desejada e constitui a base da responsabilidade.

Autoritarismo pode ser definido como um comportamento em que uma instituição ou pessoa se excede no exercício da autoridade de que lhe foi investida.

                       Com a globalização sabemos que a cada ano que passa as tecnologias vem avançando, e a busca de pessoas para comandar vem crescendo em uma velocidade imprescindível.

                    As pessoas devem construir a sua autoridade durante o tempo que está á frente de um grupo ou exercendo um cargo que lhe permite ter pessoas subordinadas, para que possa vir a ser referência para os outros, pelo seu modo de ser e de agir.

                    Essa pessoa será reconhecida se saber ouvir quem a procure sem medos e sem sentir-se ameaçada, possui sabedoria e conhecimento para criar e estabelecer regras e normas, e saberá avaliar as exceções quando ela surgirem, será capaz de demonstrar visão do futuro, percebendo novas tendências, novos valores, hábitos e costumes, acima de tudo será capaz de praticar atitudes éticas.

                   Mas na maioria das vezes não são estes valores postos em prática, encontramos pessoas desmotivadas, irritadas e até doentes no ambiente de trabalho por conta de sua relação cotidiana conturbada com a chefia, principalmente quando o chefe, além de exigente, existir o excesso de autoritarismo.

                   A busca é de alguém que saiba trabalhar em grupo, fazendo com que está equipe atinja as metas desejadas da organização, sem a perda do respeito e do foco que deve ser direcionado as ações no desempenho e nos resultados que serão os agentes catalisadores que levam a empresa ao êxito, pois com a responsabilidade definida, o poder é apenas parte do processo e não o fim.

                Deixo um pensamento Aristóteles “... existe mecanismo que formam tanto a pureza como a corrupção, e que estes derivam das formas mais diversas, o que comanda porem, é o nível de pureza de caráter aqueles que assumem ao poder...”



Rosana de Moura

Jantar

Visita do Diretor Regonal

Nesta quinta-feira dia 20/0/2011 tivemos a honra de receber no CDD Gaspar a visita do nosso Diretor Regional Marcio Miranda da Rosa. Tivemos a oportunidade e a liberdade de dialogar sobre vários assuntos e também mostrar nossas dificuldades e quanto os funcionários estão comprometidos em regularizar a entrega dos objetos parados em decorrência da greve. Acredito que a postura adotada por nosso diretor, a de visitar as unidades para conhecer seus problemas, só vem a ratificar o seu compromisso e o quanto ele está preocupado com situação de todos nós. Deixo registrado o quanto é importante e diferente esta atitude pois, em outras gestões não era percebida tão fortemente a presença de nosso gestor maior em unidades pequenas, isso mostra que as coisas estão mudando e para melhor.

Otávio Arthur Pezzini

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Nova passeata da Globo: a ressaca dos derrotados


Reproduzo artigo publicado no Jornal do Brasil, do dia 25/10/2011, vale a pena reproduzir.


Gilson caroni Filho
        Os brasileiros, que tiveram de passar 20 anos lendo nas entrelinhas, especulando a partir de meias palavras ou interpretando – procurando interpretar – as rudes reações viscerais trazidas ao público por aqueles que detinham o poder, têm hoje olhos e ouvidos apuradíssimos para entender o que há por trás de cada episódio do cotidiano, por mais irrelevante que possa parecer à primeira vista. É isso que o baronato midiático parece não ter entendido ao continuar patrocinando atos que, a pretexto de combater a corrupção, têm como objetivo esvaziar a política.
        Os movimentos que saem da internet para ganhar as ruas, longe de serem a "primavera" com que sonham – ou fingem sonhar – seus reais mentores, têm  se mostrado um melancólico outono dos tradicionais dispositivos de agenciamento midiático. Submersos na crise do imobilismo de suas bases, resta à velha direita o consolo de platitudes publicadas para justificar mais uma tentativa fracassada. O saldo de mais um insucesso ora é debitado à boa situação da economia brasileira ora a uma estranha lógica binária, como a apresentada pelo professor de ética e filosofia política da Universidade de São Paulo (USP), Renato Janine Ribeiro, na edição de 13/05, de O Globo:
        "O problema na luta contra a corrupção é que ela está tomada pelos partidos. E é uma lástima que as pessoas usem isso contra o partido oposto". Mas a que se refere o renomado acadêmico? A característica do movimento não seria exatamente o seu reiterado  "caráter apartidário"? Ou, sem se dar conta, Janine revela o fato que deveria  permanecer oculto: o centro político da reação está agrupado no campo jornalístico oligopolista que assume para si o papel de partido de oposição.

        O  mesmo partido que deu sustentação a duas décadas de ditadura militar. O mesmo agrupamento que silenciou as emoções e expectativas da opinião pública durante os oito anos de desmando do tucanato. Que  editou a realidade para ocultar as preocupações da população com o apagão, o descontrole cambial, a desnacionalização de partes substanciosas da produção e serviços  nacionais, os rigores de uma política econômica que duplicaram as dívidas externas e internas e criaram seguidos déficits comerciais.

                Desemprego, congelamento ou  irrisórios aumentos salariais, ao lado de escândalos políticos e econômicos, pareciam fazer parte do cenário  natural para os mesmos colunistas militantes  que agora se arvoram em defensores de valores republicanos.  Num conhecido jogo de espelhos, a  defesa incondicional dos ditames do mercado é trocada, editorialmente, pela busca de posicionamento ético no trato da coisa pública. A guinada é tão malfeita que não atrai o distinto público, como pudemos constatar nas manifestações de quarta-feira, dia da padroeira oficial do Brasil.  No Rio de Janeiro, os manifestantes chegaram a hostilizar os que preferiram olhar o mar a ver a ressaca dos derrotados.

        Para deixar claro qual o objetivo da  TV Globo e de seus sócios menores nessa simulação barata, vale a pena reproduzir o que escreveu o ex-deputado Milton Temer (PSOL) em seu blog: "promover no Brasil uma onda semelhante à que lamentavelmente varre povos de potências capitalistas, que se reúnem em manifestações pontuais e conjunturais, mas que, pela abstenção nos processos eleitorais, por justificado ceticismo,  permitem à direita mais reacionária manter o controle absoluto das instituições, ditas republicanas, que realmente deliberam sobre seus destinos, através do modelo de sociedade que desenham com suas leis e decisões dos poderes Executivo e Judiciário".
        O brasileiro sabe que, sempre que uma esperança se frustra (o que não é o caso do atual governo), vem a decepção e é preciso criar alternativas. Sempre é preciso reconstruir caminhos, mas o que a grande imprensa apresenta é um atalho para o precipício.
Gilson Caroni Filho é sociólogo. -  Gilson.filhobr@terra.com.br

Governo Investe R$ 5,07 Bilhões em SC


Essa é pra quem diz que o governo federal não investe em SC.

Santa Catarina foi prestigiada, esta semana, com a visita de quatro ministros, (das Cidades, da Cultura, da Integração Nacional e da Secretaria da Política para Mulheres) e por uma representante do Ministério da Saúde. Juntos, Ministérios das Cidades, Cultura e Integração anunciaram investimentos de R$ 5,07 bilhões.
Na terça-feira (18) Santa Catarina aderiu à segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida. Durante solenidade realizada em Florianópolis, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, anunciou a liberação de R$ 5 bilhões para a construção de 75 mil unidades residenciais em cidades catarinenses até 2014. O número é três vezes maior do que as 24 mil unidades estipuladas na primeira fase, meta que acabou superada com folga (33 mil). Prefeitos de 55 municípios catarinenses aderiram à segunda etapa do programa do governo federal. – contra 26 na primeira etapa.
Das 75 mil unidades anunciadas pelo ministro para SC, de um total de 1,2 milhão no país, mais de 20 mil serão destinadas às famílias com renda mensal de zero a três salários mínimos (R$ 1,6 mil). O valor dos imóveis para esta faixa é de até R$ 56 mil na Capital e região metropolitana, de R$ 48 mil nas cidades com população entre 20 mil e 50 mil habitantes, e R$ 52 mil nas demais localidades. O programa prevê um padrão mais elevado de construção nesta etapa, que inclui área construída maior, revestimento cerâmico em todas as paredes da cozinha e do banheiro e até aquecimento solar.
Na quinta-feira (20), o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, anunciou o repasse de R$ 66,2 milhões para execução de obras de reconstrução e recuperação das cidades atingidas pelas enchentes. O valor do repasse para o estado é de R$ 50 milhões. Os municípios beneficiados são Brusque (R$ 2,1 milhões), Laurentino (R$ 1 milhão), Rio do Sul (R$ 4 milhões), Agronômica (R$ 414 mil), Presidente Getúlio (R$ 1,9 milhão), Aurora (R$ 950 mil), Taió (R$ 1,5 milhão), Lontras (R$ 1,4 milhão) e Ituporanga (R$ 2,8 milhões). As portarias (nºs 729 a 738) referentes a essas liberações foram publicadas no Diário Oficial da União da quarta-feira (19/10).
Também na quinta-feira, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, o Espaço Mais Cultura – Animando a Cultura na Ilha , em Florianópolis, a primeira das 14 estruturas de tecnologia voltadas para a produção cultural em suporte digital. O espaço inaugurado é resultado de parceria entre o Minc, Ministério das Cidades e a prefeitura de Florianópolis e faz parte do projeto Maciço do Morro da Cruz, que recebe obras de infraestrutura e combate à miséria com recursos do PAC Urbanização de Favelas, do governo federal.
O Espaço Mais Cultura – instalado em prédio da Fundação Vidal Ramos, ligada ao Senac – vai atender a 90 pessoas por dia, com prioridade para moradores das comunidades do Maciço do Morro da Cruz. As vagas excedentes serão oferecidas para artistas, voluntários e pessoas com interesse em tecnologias destinadas à produção cultural. A proposta é difundir todo o material produzido a partir das oficinas que serão ministradas no Espaço em portal próprio do projeto Animando a Cultura na Ilha. O MinC investiu R$ 754 mil no projeto de Florianópolis, que conta com estúdio para gravação em áudio e sala adaptada para a criação e desenvolvimento de projetos com 40 computadores de última geração já instalados.
No encerramento desta semana, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, participa amanhã (22) no III Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres

Juliana Wilke |Assessora de Assuntos Institucionais
Liderança da Bancada PT/SC

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ana Paula destaca inovações que ampliam alcance do Bolsa Família


As mudanças no Bolsa Família, recentemente promovidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), foram citadas pela deputada Ana Paula Lima, nesta quarta-feira (19), e classificadas como medidas de extrema importância para ampliar a atenção às crianças e adolescentes que vivem em situação de extrema pobreza.
No plenário da Assembleia Legislativa, a deputada falou do aprimoramento do maior programa de transferência direta de renda já realizado no país, como parte das ações do Plano Brasil Sem Miséria. “Trata-se de um belíssimo programa, que está contribuindo para a diminuição das desigualdades sociais. Com o dinheiro do Bolsa Família as pessoas podem comprar os produtos para uma alimentação adequada. É uma ação que atinge a parcela mais vulnerável e faminta da sociedade”, disse.
Atualmente, são atendidas pelo programa mais de 13 milhões de famílias em todo o Brasil, com renda de até R$ 70 (extrema pobreza) por pessoa e entre R$ 70,01 e R$ 140 (pobreza). Conforme citou Ana Paula, a meta do Governo Federal é incluir 320 mil famílias até o final de 2011 e 800 mil até 2013.
Ana Paula também citou que a partir de novembro gestantes e mulheres em fase de amamentação terão direito a um benefício extra de R$ 32 mensais pelo período de nove meses. Após o nascimento do bebê, elas terão direito a mais seis meses de repasse extra, a contar do registro da criança no Cadastro Único - lista mantida pelo governo federal e atualizada pelas prefeituras. Ainda, desde setembro estão sendo pagos benefícios adicionais para famílias com até cinco filhos com idade limite de 15 anos – antes o máximo era de três filhos. “É mais uma passo em direção a um futuro melhor para estas crianças e adolescentes”, enfatizou.
Outra mudança, mencionou a parlamentar, é a possibilidade dos beneficiários que se desligarem voluntariamente - por terem atingido renda acima do permitido - retornarem ao programa. Estes poderão solicitar o reingresso imediato no prazo de 36 meses, caso voltem à condição de pobreza. Antes, lembrou a deputada, quem deixava o Bolsa Família só poderia retornar após novo cadastramento, sem ter garantia de que a vaga continuaria disponível.
Reflexos positivos desta política de transferência de renda já são verificados, destacou Ana Paula. Um deles é a redução do número de crianças e adolescentes fora da escola. O Bolsa Família também contribuiu para que o Brasil conquistasse o 1º lugar no levantamento da organização não governamental (ONG) ActionAid, destacando-se entre os 28 países que mais combatem a fome.

domingo, 23 de outubro de 2011

Fatos


Companheiros, por convite do Diretor Regional, eu tive a oportunidade de participar de uma reunião no dia 21/10/2011, onde estavam presentes além da equipe de gestores da DR, o Diretor Regional do Paraná, Areovaldo Figueiredo, e alguns assessores, o Assessor da presidência dos Correios, Luizinho, e o DERET, João Avancini, com a fala destes, fomos informados de muitos fatos, o mais relevantes:
Com relação a MP 532 tiveram três reuniões com a FENTECT, e uma com todos os diretores dos sindicatos, além de uma reunião aberta ao publico, onde foram explanados todos os reflexos da MP, e foi demostrado que não há qualquer item na MP que possa levar a uma privatização.
A negociação da Data Base teve inicio assim que foram encerradas as negociações da PLR.
A proposta de R$ 80,00 linear em janeiro, R$ 500,00 de abono, e os demais itens, estava acordada com a FENTECT antes do encontro com o mediador do STF, que foi solicitado pela própria FETENCT, sendo inclusive informado ao mediador, no entanto a FENTECT a recusou durante o encontro.
A Empresa já havia constatado que a entidade e sindical estava sem um comando central, abrindo espaço para as alas mais radicais, as quais estão ligadas a partidos políticos, do quanto pior melhor, portanto teria dificuldade nas negociações, por isso desde o inicio propôs um aumento real, além de abono, no intuito de que a categoria não virasse massa de manobra destas alas radicais e partidos políticos, salientado que o próprio presidente da empresa bancou este aumento, mesmo estando trezentos milhões de reais, acima do autorizado pelo governo. No entanto a greve já estava definida antes mesmo do inicio das negociações oficiais da negociação.
Outro fator que contribui para a paralização foi à falta de uma politica definida para empresa o que a levou a um sucateamento da mesma, com equipamentos ruins e falta de materiais, além de um logo tempo sem contratação, no entanto desde janeiro esta situação vem mudando, com novos equipamentos e materiais, a realização de concurso, e a contratação de novos funcionários, mas a entidade sindical não teve a sensibilidade para ver este momento.
O assessor da presidência Luizinho, destacou que não houve vencedor nem vencidos nesta greve, na verdade a greve foi um desastre para funcionários e a empresa, destacou Luizinho, pois os funcionários não atingiram seu objetivo, saindo da greve com uma divida em dias a pagar, e com uma proposta pior que a ultima que a empresa tinha oferecido. A empresa teve todos seus projetos de recuperação e modernização parados, o que levará certo tempo para retornar, além disto, cedeu espaço para a concorrência, que levaremos tempo ou pior não recuperemos muitos de nossos clientes. No entanto devemos deixar o passando e pensar na reconstrução da empresa.
Outra informação importante é que já esta previsto e esta no planejamento para até o final de 2012, uma restruturação salarial na empresa, em que se busca diminuir ou se possível acabar com as distorções salariais da empresa, novamente  a entidade sindical não teve sensibilidade para o momento.
Finalizando o Diretor Regional Marcio Miranda lembrou a mobilização dos funcionários que se empenharam para tentar manter os objetos em dia na DR, da emoção que muitos que são da área administrativa em entregar objetos postais e conhecer pessoas, que nunca iriam conhecer, o diretor pediu que puséssemos todo este empenho e emoção em outro projeto de extrema importância que se inicia em breve, o Papai Noel dos Correios.
Diante destes depoimentos, me convenço ainda mais que esta greve já estava nos planos de alguns dirigentes, e foi orquestrado com intuito de ganhar espaço prejudicando a atual administração, e infelizmente nossa categoria tão combatente foi utilizada como massa de manobra.

sábado, 22 de outubro de 2011

Blumenau do Futuro


Na manhã do dia 21/10/11, a Deputada Estadual Ana Paula Lima Concedeu uma entrevista para a Rádio Nereu Ramos, onde o jornalista Paulo Cesar focou sua entrevista na possibilidade de sua candidatura a prefeita de Blumenau.
Em uma de suas afirmações com relação a sua candidatura a Deputada Ana Paula diz “Isso é uma honra muito grande, qual Blumenauense não teria o sonho de governar uma cidade tão importante como Blumenau e conhecida mundialmente”.
Nos como cidadãos sabemos que de sonhos apenas não é o suficiente, na sua continuidade a Deputada Ana Paula complementa dizendo que esta possiblidade: “Não pode ser apenas desejo personalista, é um cargo de muitas responsabilidades, sentimento, é um cargo que exige plano de governo que vai mudar a vida das pessoas, é preciso ter, amor, carinho, paixão, respeito, e ouvir o que o povo realmente deseja, não apenas assumir por interesse pessoal”.
Com estas declarações, temos a convicção que Ana Paula Lima é à pessoa certa para governar Blumenau, precisamos de alguém que tenha conhecimento das nossas dificuldades e que sinta isso em sua vivência, acima de tudo tenha o sentimento do povo, só assim poderá tornar esta cidade novamente, a cidade dos blumenauenses.
No decorrer de sua entrevista a Deputada Ana Paula Lima responde perguntas com relação às principais dificuldades de uma cidade, relacionadas à educação, saúde, transporte, trânsito, economia, afirmando que “Solução tem, recursos têm, a arrecadação de Blumenau margeia hoje um bilhão e trezentos milhões, além dos aportes do governo federal, pois as principais obras, inclusive de recuperação são feitas com recursos da união, portanto precisamos é de projetos, e o PT tem estes projetos, pois é um partido que se reúne semanalmente para discutir bons projetos de melhoria”.
Após relatar que conhece Blumenau desde seu nascimento no bairro Garcia, do fato de morar no bairro Vorstardt, inclusive, de muitas vezes utilizar o transporte público para conhecer seus problemas, e lembrar as dificuldades encontradas pelo PT quando governou com o Deputado Décio Lima, onde Blumenau deu um salto na qualidade de vida, a Deputada foi questionada sobre o fato do Vereador Vanderlei de Oliveira também ter interesse em disputar a eleição pelo PT, a Deputada salientou que o PT tem excelentes nomes para a disputa, inclusive do Vereador Vanderlei, e que somente será candidata se este for um desejo do partido e do povo de Blumenau, mas que não importa o nome, e sim os projetos para a cidade, e o PT é um partido que possui estes projetos, por isso é um partido diferente.
Para finalizar vou deixar uma frase dita pela Deputada Ana Paula Lima “A nossa passagem na vida é tão curta”, este pensamente nos diz que agora é o momento de mudanças de realizações e não apenas de sonhos.

 Por Rosana de Moura – Petista por convicção

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Mala Direta sobreviverá?


Ao longo das últimas décadas, a Mala Direta ganhou status de mídia eficaz no Brasil. Graças aos seus atributos diferenciados de comunicação bem explorados por uma geração de profissionais com forte qualificação criativa e técnica.

A profissionalização do e-mail marketing, novo player da comunicação direta, incorporou benefícios, até então exclusivos da mala direta: segmentação, personalização e seqüenciamento. Além disto, o e-mail marketing a superou em termos de velocidade, mensurabilidade e custo.
Do ponto de vista da estratégia de comunicação, a mala direta continua a ser a mídia poderosa para abrir o diálogo com os clientes ou para estabelecer o primeiro contato de venda com os prospects. Além da sua comunicação ter maior poder residual, importantíssimo na visão de longo prazo para a construção e manutenção da imagem de uma marca. Todavia, o orçamento total de uma campanha de e-mail marketing é invariavelmente menor do que da mala direta. Pode se argumentar, que esta visão é limitada. O que interessa é a relação custo benefício. Isto é, quanto cada R$1,00 investido em uma campanha, via e-mail marketing ou via mala direta, gera em termos de retorno financeiro, seja em vendas, seja em retenção de clientes, seja em venda cruzada, seja em relação ao objetivo de marketing que se tiver.
Durante muitos anos, fui Presidente do Júri do Prêmio ABEMD, a principal premiação da área. A minha constatação é que no Brasil, via de regra, não se mensura o retorno de uma campanha de mala direta, com o rigor necessário para a sua correta avaliação. Especialmente, quando a campanha gera leads para a força de vendas. Acrescente-se, a clara dificuldade enfrentada pelas empresas em avaliar o seu resultado, quando a campanha envolve outras mídias. Estas dificuldades ocorrem, muitas vezes, pela ausência de uma plataforma confiável de CRM.  Resultado: há uma tendência majoritária de basear a decisão em selecionar a mala direta ou o e-mail marketing, em função do orçamento da campanha. Isto é, pelo custo de atingir o target e não pelo retorno financeiro proporcionado pelo target atingido. Conseqüência, a sensível redução do uso da mala direta no mercado nacional.

Lá fora, nos principais os fóruns globais de comunicação, a mala direta continua a ser incentivada como ocorre no Festival de Cannes, na American Marketing Association e por outras instituições. Exemplo de esforço pelo seu uso é dos Correios americanos, a USPS. Mantém esforço permanente em difundir os benefícios e as técnicas da mala direta, em um país no qual esta mídia atingiu a sua plenitude. Na Alemanha, o Deutsche Post, líder mundial de serviços postais, se destaca por ser um grande facilitador do uso da mala direta. E, assim se observa em outros países.

Agora, o que se constata no Brasil?  
A dificuldade de se recomendar o uso da mala direta, agravada pelo que se viu nestas últimas semanas. A perda de inúmeras campanhas tragadas pela recente greve, levando seus anunciantes a perdas financeiras reais. Subjugada pela pressão de sindicatos, a empresa de Correios se viu obrigada a interromper parte significativa dos serviços postais por um mês.
Imagine, por absurdo, se as emissoras de televisão entrassem em greve por 30dias. O que aconteceria com o mercado anunciante?  O mínimo seria a perda de credibilidade na mídia televisa. O sentimento não difere em relação à mala direta. A diferença é que não se trata de um fato episódico, mas a dura realidade de uma greve que se tornou rotina ano após ano. A frustração ao se constatar que a instituição “mais admirada do país” se tornou “massa de manobra”. Veja a matéria publicada em O Globo de 11/10/11: ”A greve em dado momento teve contorno inequivocamente político’, disse o presidente do TST, o ministro João Oreste Calazen, durante o julgamento do dissídio coletivo que determinou o fim da greve. O presidente do tribunal disse que, em determinados momentos, parecia que os trabalhadores da empresa que estava se fazendo a ‘greve pela greve’, já que boa parte das reivindicações tinha sido atendida nas últimas negociações”.
Então nos deparamos com restrições preocupantes ao uso da mala direta no Brasil: perda da confiabilidade no seu principal fornecedor, falta de cultura de mensuração e visão de curto prazo na seleção da mídia de comunicação direta.

A visão de mídia hegemônica não tem consistência histórica
Durante a forte expansão do mercado televiso brasileiro no final da década de 60 e início da década de 70, muitos arautos previram o domínio total da televisão e o desaparecimento do rádio, como mídia. Estas previsões apocalípticas se repetiram com a explosão da Internet, quando se decretou o fim da mídia impressa. Basta analisar os recentes relatórios de análise de mídia, como o Projeto Inter Meios da conceituada revista Meio&Mensagem, para se concluir que a participação da mídia impressa continua crescendo no bolo publicitário nacional.
Assim, a visão de mídia hegemônica não tem consistência histórica. Isto significa que deverá haver espaço para a mala-direta, independente da expansão da utilização do e-mail marketing. O que estará em jogo será o tamanho do espaço a ser ocupado pela mala-direta, que dependerá, entre outros fatores, de:
  1. Evolução do mercado para assegurar a maturidade técnica na seleção das mídias diretas.
  2. Maior rigor dos gestores de marketing na avaliação dos resultados das campanhas, expandindo a visão para todo o pipeline de marketing. Do disparo da primeira peça de comunicação, da reação do target, da avaliação de cada mídia ao resultado final.
  3. A difusão do uso de ferramentas de CRM, contendo as funcionalidades cada vez mais poderosas do gestor de campanhas.
  4. Uso intenso da automação de marketing para simplificar e facilitar o seqüenciamento das peças de mala direta e de e-mail marketing, especialmente, nas ações vinculadas às réguas de relacionamento.
  5. Formatos inovadores aumentando a capacidade de incitamento do target à leitura e ao desejo de conhecer o conteúdo da mala direta.
  6. Novos conteúdos cada vez mais integrados à comunicação online com elevada pertinência ao perfil do target.
  7. A melhoria contínua da qualidade e da gestão de banco de dados, permitindo maior eficácia para a mala direta.
  8. Maior aprofundamento na metodologia e nas técnicas de mensuração de resultados, nos cursos de formação de profissionais de marketing e comunicação.
  9. Aperfeiçoamento das premiações de marketing direto para oferecer maior destaque às campanhas de mala direta e às integradas ao e-mail marketing.
  10.  O resgate dos Correios, como a empresa de excelência da gestão pública     brasileira e, livre do seu uso para fins políticos.

 
Cláudia Regina Sardá Vieira
Analista de Marketing Direto - Correios/SC


Artigo enviado por Marcos Rikel.

Jantar do PT

Vamos todos nos encontrar lá!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Jeito Petista de Governar


                 Segue Abaixo reportagem do Jornal Valor Econômico, onde mostra que nosso povo vem conquistando dignidade, com as politicas econômicas de nosso governo, ainda falta muito, mas estamos no caminho certo.


Renda sobe e 2,2 milhões de lares saem do Bolsa Família
Por Luciano Máximo | De São Paulo
Desde a criação do Bolsa Família, no fim de 2003, até setembro deste ano, 5,856 milhões de famílias deixaram de receber os benefícios do programa. Os motivos para a saída são diversos, mas cerca de 40% dos ex-beneficiários, ou 2,227 milhões de lares, fazem parte de núcleos familiares que aumentaram sua renda per capita e não se enquadram mais na atual faixa de pagamento do benefício - renda mensal em grupos de até R$ 70 por pessoa ou rendimento individual mensal de R$ 70 a R$ 140.
Esse universo é composto principalmente por pessoas que foram beneficiadas pela atual política de valorização do salário mínimo. Elas conseguiram emprego formal, montaram negócios próprios ou foram alcançadas pela aposentadoria rural ou Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social, que paga um salário mínimo para ex-trabalhadores rurais, idosos e deficientes.
Boa parte dos casos, porém, retrata o esforço bem-sucedido de melhoria da renda. Roseana Cipriano de Lima, de 42 anos, recebia cerca de R$ 100 mensais do programa desde 2003. Moradora de Juazeirinho (PB), a 250 quilômetros de João Pessoa, ela usava o benefício para complementar a aposentadoria da mãe, cega. Nos últimos meses, começou a poupar R$ 20 por mês graças à tarifa social de água e energia elétrica, fez um empréstimo de R$ 500 com o irmão e abriu um mercadinho. "Estamos indo bem, já devolvi o dinheiro do meu irmão, o cartão do Bolsa Família e dá para tirar uns R$ 600 livres por mês. À vista do que era antes, estamos ricas", brinca.
Outras razões justificam o cancelamento dos benefícios no período, como o não cumprimento de condicionalidades na área de educação e saúde (117 mil famílias), revisão cadastral não concluída (613,1 mil famílias) e até decisões judiciais.
O número de famílias assistidas, porém, não mudou e oscila há três anos entre 12,3 milhões e 12,8 milhões, diz Lena Lavinas, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. "O país tem mais de 16 milhões abaixo da linha de indigência [renda per capita mensal de R$ 1 a R$ 70], o que revela que a cobertura do Bolsa Família está aquém da demanda", conclui.

domingo, 16 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Uma Data-Base em Quatro Equivocos


O primeiro equívoco do nosso pessoal do movimento sindical (PT e PC do B) nessa campanha começou com a decisão de combater a MP 532 avaliando que se tratava de privatização. Entender que o Conlutas e o PCO tirassem esse posicionamento, pois são oposição, é perfeitamente aceitável. Essa decisão equivocada levou ao isolamento do movimento sindical, pois todos os partidos da base do governo aliada fecharam em torno da proposta. Os aliados do movimento sindical foram o DEM e o PSDB, histórico inimigos dos trabalhadores.

O segundo equívoco, foi os companheiros do PT e do PC do B não perceberem que existia uma boa proposta e se lançaram numa greve que só interessava ao PCO e ao Conlutas. Cometido esse erro, nossos companheiros, para poder disputar a base com essa esquerdalha, teve que radicalizar mais o discurso e com isso foi levando a categoria para um abismo difícil de retornar.

O terceiro equívoco do movimento sindical foi não ter a capacidade de recuar e defender o retorno quando o comando recomendou a assinatura. Quem ousou encontrar uma alternativa, foi taxado de pelego. Esse cara foi o Diviza em SP que tentou uma saída via Ministério Público. Jamais tinha visto um presidente de sindicato propor moção de repúdio para outro companheiro da mesma corrente ( a Amanda de Brasília fez isso). Pergunto a vocês. Isso é tarefa de um dirigente em plena greve onde o jogo está duro? Erros em cima de erros.

Quarto equívoco - Nossos companheiros do PT e do PC do B não tiveram capacidade de discutir uma pauta que fosse defensável. 400 reais de aumento real, de antemão vocês podem avaliar que é impossível. Essa foi à estratégia do PCO e do Conlutas para encurralar nosso povo. Deu certo, pois quando você pede 400 e ganha 50 isso é derrota. Nas categorias onde o Conlutas dirige sozinho as suas pautas são muito mais realistas. No caso dos metroviários de SP dirigido pelo Conlutas, o pedido de reposição era de 10% e fecharam o acordo com 8% sem greve, cantaram vitória. E eles fizeram a pauta perto da realidade porque lá não tem o PT e o PC do B para dividir a responsabilidade. Na Andes (professores universitários) também dirigidos pelo conlutas fecharam acordo de 4% para Março de 2012 e cantaram vitória. Aqui eles empurram uma pauta absurda impossível de ser atendida para poder fazer discurso em cima do nosso povo e crescer com discurso fácil. Nosso povo não tem coragem para enfrentar essa tática da esquerdalha. Fazer uma pauta realista e possível de defender é a primeira atitude para quem tem maioria no movimento. Além disso, o PCO e o Conlutas só tinham a ganhar com a greve, pois com isso vão crescer no CONTECT do próximo ano. Vão ter todos os argumentos para bater no PT e principalmente no pessoal da CNB.

Para concluir discordo de você que a tática da empresa foi a mesma das gestões anteriores. A proposta que tínhamos até o dia 12/09 era apenas a reposição de 6,87%. O presidente da empresa no anseio de evitar a greve bancou a proposta de aumento real e abono. Foi única instituição pública que apresentou proposta de aumento real. Sabe porque não considero isso um erro? Porque durante o processo de negociação ouvimos diversos dirigentes dizer que a greve aconteceria de qualquer jeito e que o movimento iria conquistar a reposição de qualquer jeito. Se tivéssemos seguido as gestões anteriores teríamos oferecido o abono e o aumento real só depois que a greve havia começado, pois era dessa forma que se comportavam os gestores de antes dessa gestão. Fizemos proposta para não ter greve. As lideranças sindicais é que não perceberam as mudanças e levaram a categoria para uma greve suicida.

Avancini

Nota: João Avancini, Um dos fundadores do PT de São José, e um dos Fundadores do sindicato dos Funcionários dos Correios.